segunda-feira, 21 de junho de 2010

15/06/10 - 00:03

Me seguro,
Desfarço,
Faço o que posso,
Mas é impossivel sobreviver a esse baú
Que me prende a sete chaves,
Cujos cadeados estão jogados fora.

Uma prisão tão fraca como uma poça de água na mão
E tão forte como uma camisa de força.

Num caçado abandonado pelos desgastes do tempo
Que não cria, destroe.
Empoeira tudo,
Deixa o tesouro acuado, sem brilho,
Talvez encrustado de corais
Depois de um mergulho longo por águas profundas e pertubadoras.

Um comentário:

Kairo disse...

Tô gostando dos seus textos mais 'pessoais'.
hehe