domingo, 4 de maio de 2008
15 de janeiro.
Um dia ele me disse
que eu deveria sentir vontade de pular a janela
e buscar esperança.
Ontem eu vivi isso como um sonho lindo
e não pulei,
tive vontade,
mas não pulei.
04 de maio.
E é assim que eu tenho vivido
desde então.
Ganhando e perdendo a esperança
todos os dias.
Ainda resta?
que eu deveria sentir vontade de pular a janela
e buscar esperança.
Ontem eu vivi isso como um sonho lindo
e não pulei,
tive vontade,
mas não pulei.
04 de maio.
E é assim que eu tenho vivido
desde então.
Ganhando e perdendo a esperança
todos os dias.
Ainda resta?
quinta-feira, 1 de maio de 2008
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Alguns momentos.
Podia ficar a eternidade assim,
observando aqueles pequenos olhinhos femininos.
Aquele marron tão verdadeiro que nenhum azul superaria.
Levemente avermelhado, o seu entorno
conferia-lhe o único vestígio de humanidade.
Totalmente contrário àquele brilho, ou melhor,
àqueles quatro brilhos refletores
mergulhados na imensidão negra de seu centro.
Eu podia ficar a eternidade assim,
mas você piscou
e uma voz me distraiu.
observando aqueles pequenos olhinhos femininos.
Aquele marron tão verdadeiro que nenhum azul superaria.
Levemente avermelhado, o seu entorno
conferia-lhe o único vestígio de humanidade.
Totalmente contrário àquele brilho, ou melhor,
àqueles quatro brilhos refletores
mergulhados na imensidão negra de seu centro.
Eu podia ficar a eternidade assim,
mas você piscou
e uma voz me distraiu.
terça-feira, 22 de abril de 2008
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Cidade son(o)
Um polvo com paralelos e meridianos,
um povo com menções e desgraças.
Eu vejo da calçada, fortuna,
caras felizes e massa.
O reflexo turvo, despido,
revelando traços felinos,
observando a grande ironia
das amizades assim, munidos.
Os meninos da casa, são cores.
Vermelhos e verdes natalinos.
um povo com menções e desgraças.
Eu vejo da calçada, fortuna,
caras felizes e massa.
O reflexo turvo, despido,
revelando traços felinos,
observando a grande ironia
das amizades assim, munidos.
Os meninos da casa, são cores.
Vermelhos e verdes natalinos.
terça-feira, 15 de abril de 2008
Pessoal e intransferível.
Saboreio seus desejos
e os quero pra mim,
só pra mim.
Ratificando minha vontade de comer-te
em teus sonhos
e contrastar-te com minhas cores.
Tão reais, e tão mortas,
incapazes de serem vistas a olho nu.
Mas tão fortes
que incomodam a ponto de dor,
dor própria.
Pessoal e intransferível.
e os quero pra mim,
só pra mim.
Ratificando minha vontade de comer-te
em teus sonhos
e contrastar-te com minhas cores.
Tão reais, e tão mortas,
incapazes de serem vistas a olho nu.
Mas tão fortes
que incomodam a ponto de dor,
dor própria.
Pessoal e intransferível.
Assinar:
Postagens (Atom)